ContribuiAi??A?o do FREPOP Ai?? EducaAi??A?o Popular

cheap pills Artigo publicado no numero 37 da Revista PirA?gua, do CEAAL ai??i?? Consejo de EducaciA?n Popular de America Latina y el Caribe.

* Marcio Cruz

 

Compartilhar a experiA?ncia do FREPOP ai??i?? FA?rum de EducaAi??A?o Popular com a revista PirA?gua Ai?? uma oportunidade na qual somos profundamente gratos. Sobretudo pelo compromisso pedagA?gico da aAi??A?o/reflexA?o a partir das contribuiAi??Ai??es do FREPOP, com a aprendizagem transformadora.

Contexto histA?rico da AmAi??rica latina
A EducaAi??A?o Popular Ai?? eminentemente polAi??tica, estA? inserida numa sociedade dividida em classes sociais com interesses, distinAi??Ai??es e prA?ticas sociais conflitantes. No livro Educaciones y pedagogias crAi??ticas desde el sur ai??i?? cartografias de la educaciA?n popular, Marco RaA?l MejAi??a JimAi??nez oferece importante reflexA?o que nos conduz a diferentes troncos histA?ricos do que denominamos por educaAi??A?o popular, tendo como horizonte o conhecimento compartilhado na identidade popular como ferramenta libertadora. JimAi??nez identifica aspectos de educaAi??A?o popular na prA?tica transformadora de JosAi?? Marti e Simon Rodrigues, mestre de Simon Bolivar; analisa o surgimento das universidades populares na primeira metade do sAi??culo XX no Peru, MAi??xico e El Salvador; identifica os valores do saber popular na construAi??A?o das escolas prA?prias ligadas Ai?? sabedoria aymara e quAi??chua, ai???uma das mais representativas foi a escola Ayllu de Warisata na BolAi??via promovida por Elizardo PAi??rezai???; e destaca JosAi?? Maria VelA?z no seu ai???intento de construir uma escola para a educaAi??A?o popular integral como fundamento do movimento FAi?? e Alegria, no ano 1956ai???. Por fim, apresenta sua reflexA?o a partir de Paulo Freire com a pedagogia do oprimido e suas contribuiAi??Ai??es para a educaAi??A?o popular no Brasil e no mundo.

Educadores e educadoras populares continuam a participar da luta polAi??tica e social. Atuando nos movimentos sociais, sindicais, camponeses, indAi??genas, quilombolas, contra discriminaAi??Ai??es de toda ordem. EstA?o direta ou indiretamente nos governos progressistas e de esquerda, comprometidos em fortalecer as pautas populares, sua formaAi??A?o, concepAi??A?o e identidades sociais em contraposiAi??A?o Ai??s elites. Desta forma, contribuem para a elevaAi??A?o do patamar de consciA?ncia social entre projetos distintos de governo e poder.

No Brasil, um exemplo Ai?? a Rede de EducaAi??A?o CidadA? (RECID), que completou dez anos de atividade. Importante rede de educaAi??A?o popular que se articula por dentro e por fora do governo federal, atravAi??s da Rede de EducaAi??A?o CidadA? Talher Nacional, que reA?ne centenas de educadores e educadoras nA?o institucionalizados nos governos, mas, outros tantos e tantas que a partir das aAi??Ai??es de governo articulam suas politicas locais de pertencimento Ai??s camadas populares e seus saberes. HA?, tambAi??m, educadores populares em outras A?reas discutindo e potencializando a aAi??A?o de governo a partir de seus interesses, como na educaAi??A?o popular em saA?de, nas aAi??Ai??es de economia solidA?ria, de educaAi??A?o vinculadas Ai??s questAi??es de gA?nero e igualdade racial, entre tantas outras.

Em particular no Brasil, as universidades e instituiAi??Ai??es de Ensino BA?sico e Fundamental, continuam atuando sob a lA?gica da instruAi??A?o cujo conhecimento se coloca Ai?? margem dos interesses da autonomia cidadA? e popular, contrariando o que defendeu Paulo Freire na Pedagogia da Autonomia, obra dedicada aos educadores e educadoras . O modelo de educaAi??A?o promovido pelo Estado continua sendo executado na perspectiva dos interesses das elites, que conferem Ai??s camadas populares o papel social de servidA?o, sendo que, para servir (em particular ao mercado de trabalho), nA?o podem tornar-se sujeitos autA?nomos.

O padrA?o de desenvolvimento econA?mico da regiA?o sustenta-se, como nos sAi??culos anteriores, na concentraAi??A?o da terra em mA?os de poucos para a monocultura e o agronegA?cio, ameaAi??ando comunidades indAi??genas, ribeirinhas, quilombolas ou tradicionais; e na exploraAi??A?o urbana da forAi??a de trabalho com direitos que vA?o ao sabor das crises do atual sistema econA?mico.

Ai?? urgente difundir na sociedade prA?ticas populares alternativas ao modelo capitalista de sociedade, pois, nosso planeta nA?o suportarA? por muito tempo um padrA?o de civilizaAi??A?o predatA?rio da natureza e da prA?pria humanidade.

Onze anos de FREPOP
O FA?rum de EducaAi??A?o Popular ai??i?? FREPOP nasce inserido no contexto do FA?rum Social Mundial que revela a crenAi??a em outro mundo possAi??vel. Surge como uma entre tantas pontes que unem territA?rios distintos indicando a mesma direAi??A?o: a superaAi??A?o do Capitalismo como padrA?o civilizatA?rio. Inicia-se pela aAi??A?o voluntA?ria de militantes como Antonio Folquito Verona, educador popular e professor da Universidade Estadual Paulista (UNESP); e as educadoras Salete Elias da Silva Castro e Denise Rocha Pereira, da rede municipal de educaAi??A?o do municAi??pio de Lins/SP. Nas primeiras ediAi??Ai??es, reuniu pessoas do Oeste do Estado de SA?o Paulo, vinculadas Ai?? luta pela terra, Ai??s questAi??es sindicais urbanas e Ai?? educaAi??A?o de jovens e adultos. Em pouco tempo, recebe pessoas de outros estados brasileiros, ampliando seu foco para questAi??es e dilemas nacionais. Em 2006, realiza sua primeira ediAi??A?o internacional dando visibilidade Ai??s lutas, conquistas e dilemas da educaAi??A?o popular na AmAi??rica Latina, A?frica, A?sia e continente Europeu. Em 2011, incorpora sua escuta Ai??s manifestaAi??Ai??es das crianAi??as e adolescentes, incluindo na programaAi??A?o o Frepopinho com atividades onde crianAi??as e adolescentes expressam sua percepAi??A?o do mundo.

Resultado do esforAi??o voluntA?rio de muitos coraAi??Ai??es, o FREPOP promove o encontro e o reencontro de pessoas que atuam na educaAi??A?o popular em vA?rias frentes, e que, em algum momento da sua vida pessoal e coletiva, declararam seu compromisso com as camadas populares. NA?o Ai?? importante pelo que se diferencia de outros encontros, fA?runs e cirandas de educaAi??A?o popular, mas, pelo que compartilha com os demais: a promoAi??A?o do conhecimento popular sistematizado e experimentado: expressos por sua arte, poesia, danAi??a, suas tradiAi??Ai??es, cuidados com a saA?de do corpo e da alma, declarados na sua prA?tica cotidiana.

rhine, inc.. calis alternative. TerritA?rio de aprendizagem
Somos biologicamente preparados para aprender e aprendemos de muitas formas, mas, duas sA?o facilmente identificA?veis: o exemplo Ai?? uma delas: ai???vemos como outros fazem certas coisas, constatamos os resultados que obtAi??m e simplesmente comeAi??amos a fazer as coisas como fazem. Queiramos ou nA?o, nosso entorno nos vai ensinando determinadas maneiras de comportamento e sanciona positiva ou negativamente o que fazemos em funAi??A?o dos resultados que somos capazes de gerarai??? . Esta forma de aprendizagem atua fortemente em nosso sistema social mais prA?ximo: a famAi??lia, a escola, o trabalho, os espaAi??os que dividimos com amigos. Muito do que nos tornamos estA? vinculado a aprendizagens a partir do exemplo, ou do observador que somos daquilo que observamos.

Ao mesmo tempo que observamos, estamos sendo observados. Sabendo desta possibilidade extraordinA?ria de aprendizagem pelo exemplo, podemos oferecer um em nossa forma de agir, nossa postura e posicionamento uma aprendizagem constante para quem nos observa. Estudantes aprendem mais sobre cidadania com a prA?tica democrA?tica dos dirigentes e docentes de uma escola, do que nos livros, profecias e liAi??Ai??es sobre o tema.

Outra forma de aprendizagem ganhou espaAi??o a partir da escrita, tomou forma social no perAi??odo que chamamos de modernidade e se desenvolveu com tecnologias que surgiram e se multiplicam: Ai?? a instruAi??A?o. HA? tantas formas de instruAi??A?o quanto instituiAi??Ai??es dedicadas a instruir. O conhecimento difundido por instituiAi??Ai??es que se dedicam exclusivamente a instruir, se coloca numa perspectiva bancA?ria e apresenta-se como afirmaAi??A?o, como verdade, e, portanto, imutA?vel. O aluno recebe as instruAi??Ai??es como sentenAi??a a ser seguida e suas perguntas sA? podem ser direcionadas no sentido de melhor compreender o que terA?o de executar.

O FA?rum de EducaAi??A?o Popular ai??i?? FREPOP se dedica a compartilhar o saber social e popular, sistematizado ou experimentado numa outra perspectiva de construAi??A?o de conhecimento. NA?o significa que nA?o nos instruAi??mos para atuar na educaAi??A?o popular, ou, que nA?o nos dedicamos a certa instruAi??A?o sobre o ensinar e o aprender. Mas, o que oferecemos com o FREPOP Ai?? o encontro de educadores e educadoras populares que atuam dentro ou fora das instituiAi??Ai??es que existem, para valorizar os sujeitos (que aprendem e ensinam, ensinam e aprendem) e nA?o o conteA?do a ser ministrado pela relaAi??A?o social de trabalho entre instituiAi??A?o e profissional da educaAi??A?o.

Aprender do agir para agir
NA?o existe resultado sem uma aAi??A?o que o anteceda. A fala Ai?? um dos territA?rios da aAi??A?o, mas, sem uma aAi??A?o que a siga, resulta ter fracassado em seu intento de dizer o que pretendia ter dito. O FA?rum de EducaAi??A?o Popular ai??i?? FREPOP, nestes onze anos, buscou dar relevo Ai??s experiA?ncias explicitadas pelas falas. Como todo fA?rum, Ai?? um espaAi??o onde a fala se expressa preponderantemente. No entanto, seu desenho organizacional tem, cada vez mais, se dedicado Ai??s oficinas, Ai??s apresentaAi??Ai??es culturais e aos momentos de convivA?ncia quer no A?mbito pessoal quer coletivo.

O FREPOP Ai?? um espaAi??o onde educadores e educadoras que atuam nas comunidades e aldeias, morros e terreiros, junto aos povos da mata, entre outros, podem compartilhar suas experiA?ncias revelando prA?ticas de solidariedade, de saberes tradicionais do cuidado com a saA?de fAi??sica e espiritual, das expressAi??es culturais, sua leitura da realidade e do mundo. O saber sistematizado, compartilhado, experimentado no FREPOP, retorna a sua comunidade sabendo nA?o estar sA?. Carrega consigo novas distinAi??Ai??es, sentimentos, possibilidades, e, um corpo afetado por emoAi??Ai??es de pertencimento de um Brasil continental, mas tambAi??m de outros continentes. Retorna para atuar forte e confiante, na perspectiva da educaAi??A?o popular libertadora e construtora de um projeto popular de poder, com vistas a uma humanidade que inclua a todos os seres humanos.

Sua contribuiAi??A?o Ai?? EducaAi??A?o Popular viagra free sample uk, viagra free sample uk, viagra free sample uk, viagra free sample uk, viagra free sample uk, viagra free sample uk.
Como ato lingA?Ai??stico, a declaraAi??A?o antecede Ai?? aAi??A?o. No FREPOP se realiza e se renova a declaraAi??A?o de que um outro mundo possAi??vel. Esta possibilidade estA? revelada nas prA?ticas de educaAi??A?o popular espalhadas pelo Brasil, AmAi??rica Latina e outros continentes. As contribuiAi??Ai??es do FREPOP situam-se em compartilhar saberes vivenciados, experimentados e prenhes de um novo mundo possAi??vel. Em particular entre setores que se articulam em torno da educaAi??A?o popular no Brasil, mas, tambAi??m na da AmAi??rica Latina e Caribe. NA?o foram poucos os depoimentos que declararam o papel do FREPOP para fortalecer a confianAi??a na sua prA?tica como educador e educadora popular e sua confianAi??a de que sim, Ai?? possAi??vel mudar a sociedade, porque se vive esta mudanAi??a em muitas comunidades.

A exemplo do que oferece a Tenda Paulo Freire no FREPOP e em outros fA?runs de educaAi??A?o popular, queremos fortalecer espaAi??os de construAi??A?o do saber e mobilizaAi??A?o social, em processos pedagA?gicos de sentir e pensar, na perspectiva da construAi??A?o de estratAi??gias de um projeto popular de sociedade. Esta Ai?? a contribuiAi??A?o que queremos dar a este processo coletivo de muitas mA?os e coraAi??Ai??es espraiados pela AmAi??rica Latina e por outros continentes.

Sua organizaAi??A?o
Quem se dedica a organizar voluntariamente o FREPOP, descobriu-se aprendiz no necessA?rio e constante exercAi??cio da escuta, na necessA?ria aprendizagem de falar preocupado em se fazer compreender. ConstruAi??mos uma solidariedade extraordinA?ria frente aos nossos erros e descobrimos a solidariedade tambAi??m junto aos participantes. Emocionamo-nos diante da generosidade de pessoas que, de participantes, passam rapidamente a protagonistas de autogestA?o do FREPOP, preenchendo as lacunas deixadas pela organizaAi??A?o.

O pA?blico alvo do FREPOP Ai?? ensinante/aprendiz, sA?o educadores e educadoras, mas tambAi??m estudantes e pessoas das comunidades que vA?m para descobrir e revelar sua forma de ver o mundo. A comunidade de Lins participou, nestes onze anos, com uma dedicaAi??A?o sem a qual o FREPOP nA?o seria o que se tornou.

Vieram para Lins educadores e educadoras de movimentos sociais, entidades e instituiAi??Ai??es da maioria dos Estados brasileiros, somados aos convidados internacionais da A?frica, A?sia, Europa e AmAi??rica Latina. A organizaAi??A?o e articulaAi??A?o do FREPOP se faz em grande medida Ai?? distA?ncia, em rede, com raros encontros presenciais por ausA?ncia de recursos que os possibilitem. Seu financiamento Ai?? efetivado exclusivamente por recursos pA?blicos ou de entidades sem fins lucrativos, recursos estes que sA?o geridos pela pessoa jurAi??dica FREPOP ai??i?? FA?rum de EducaAi??A?o Popular que presta conta dos patrocAi??nios ou convA?nios destinados a sua organizaAi??A?o.

Os limites do FREPOP
Chegamos a um estagio onde o voluntariado se tornou um problema coletivo e pessoal a sua organizaAi??A?o. Para fortalecer-se como parte do movimento de educaAi??A?o popular, o FREPOP nA?o pode depender da dedicaAi??A?o de indivAi??duos, Ai?? necessA?rio ampliar responsabilidades e compromissos para movimentos e redes comprometidas com a educaAi??A?o popular. Nas A?ltimas trA?s ediAi??Ai??es, contamos com a presenAi??a mAi??dia de quinhentos educadores e educadoras nos cinco dias de realizaAi??A?o do fA?rum, mais convidados internacionais de cinco continentes. A cada ediAi??A?o, manter ou ampliar o leque de colaboradores na organizaAi??A?o e preparaAi??A?o do FREPOP alAi??m do seu financiamento Ai?? sempre uma nova aprendizagem e condiAi??Ai??es a serem superadas. Tivemos A?xito atAi?? o agora, pois contamos com a solidariedade e a generosidade de pessoas e instituiAi??Ai??es, a destacar: a comunidade do municAi??pio de Lins.

Das onze ediAi??Ai??es do FREPOP, dez foram realizadas em Lins com a importante presenAi??a de participantes oriundos das regiAi??es Nordeste e Norte do Brasil. O grande desafio que temos para levar o FREPOP a essas regiAi??es Ai?? o da articulaAi??A?o de parceiros locais que assumam a infraestrutura do evento, hoje estabelecida por convA?nio com a Prefeitura Municipal de Lins.

Outro desafio estA? no necessA?rio registro e sistematizaAi??A?o do que resulta do fA?rum e sua contribuiAi??A?o. Temos as avaliaAi??Ai??es escritas de todas as ediAi??Ai??es do FREPOP para um estudo mais aprofundado de sua contribuiAi??A?o que ultrapasse o juAi??zo da organizaAi??A?o. O problema esbarra novamente no voluntariado, uma vez que dedicamos todos os recursos a criar condiAi??Ai??es para a vinda e permanA?ncia de educadores e educadoras durante os dias do FREPOP.

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A exemplo da participaAi??A?o da ArticulaAi??A?o de EducaAi??A?o Popular em SaA?de (ANEPS) na organizaAi??A?o do FREPOP, com protagonismo na sua concepAi??A?o, mobilizaAi??A?o e financiamento, articular as universidades populares, movimentos e redes de educaAi??A?o popular Ai?? o principal desafio para que o do FREPOP continue existindo como FA?rum de EducaAi??A?o Popular.

O FREPOP como um FA?rum de EducaAi??A?o Popular tem o desafio de ser organizado por diferentes segmentos de educaAi??A?o popular. Este Ai?? o grande desafio que nos impomos. Compartilhar sua concepAi??A?o, articulaAi??A?o e financiamento, seu desenho organizacional, incluir junto a tenda Paulo Freire, articulada pelo Movimento Popular em SaA?de (ANEPS); as cirandas desenvolvidas pela Rede de EducaAi??A?o CidadA? (RECID); as oficinas e saberes desenvolvidos em projetos como o Projeto Vidas Paralelas (PVP); a contribuiAi??A?o do Conselho de EducaAi??A?o de Adultos da AmAi??rica Latina (CEAAL); as universidades populares e movimentos sociais que atuam com questAi??es de gA?nero, agrA?rias, comunidades negras, pessoas com deficiA?ncia, com tecnologias sociais, democracia digital, economia solidaria, cultura popular, e tantos outros que lutam para a construAi??A?o de um outro mundo possAi??vel.

O FREPOP jA? Ai?? um espaAi??o de encontro entre muitos saberes, o que propomos Ai?? que tambAi??m seja pensado e organizado por estes saberes que estA?o articulados nas redes, movimentos e universidades populares no Brasil, incluindo a AmAi??rica Latina e Caribe, junto a saberes populares de outros continentes.

FREPOP 2014
A plenA?ria final do FREPOP 2013 indicou o Nordeste brasileiro como a regiA?o onde deve ocorrer o FREPOP 2014. Para organizA?-lo, desde jA? estamos convidando para o diA?logo, universidades populares, movimentos sociais e redes e educaAi??A?o popular para repensar o FREPOP. Nossa expectativa com este diA?logo Ai?? escutar sobre a pertinA?ncia de organizarmos um FREPOP ai??i?? FA?rum de EducaAi??A?o Popular de forma compartilhada entre quem faz educaAi??A?o popular. Propomos a realizaAi??A?o deste diA?logo na forma de Ciranda, dentro da programaAi??A?o do FA?rum Social Mundial TemA?tico 2014, que terA? atividades em Porto Alegre.

Por fim, fomos desafiados a realizar um FA?rum de EducaAi??A?o Popular ai??i?? FREPOP Latino-americano e Caribenho em Cuba. Esta proposta foi feita na plenA?ria de encerramento do FREPOP 2013 Ai?? Regina Agramonte Rossel, chefe do Setor de ColaboraAi??A?o CientAi??fica do Instituto de Filosofia do MinistAi??rio da CiA?ncia e Tecnologia, Meio Ambiente e Sociedade de Cuba. Regina se disse encantada com a possibilidade e assumiu o compromisso de discutir, junto ao MinistAi??rio de EducaAi??A?o de Cuba, a possibilidade de receber e colaborar diretamente na organizaAi??A?o de um FREPOP Latino-americano e Caribenho. Este tambAi??m serA? um dos assuntos da pauta da ciranda que realizaremos no FA?rum Social Mundial.
Sabemos que nA?o Ai?? pouca a dedicaAi??A?o para transformar o mundo e, por isto, nos anima tanto a possibilidade de encontrar pessoas dispostas a declarar os mesmos compromissos. Nosso mais sincero agradecimento a esta oportunidade de expor nossos sonhos e desafios.

* ContribuAi??ram com este texto AntA?nio Folquito Verona, Claudia Xavier e Simone Leite, da direAi??A?o do FREPOP ai??i?? FA?rum de EducaAi??A?o Popular

Linck para a revista:

http://www.ceaal.org/v2/cpub.php?publica=0

Referencias
JIMAi??NEZ, Marco R. MejAi??a (2011): Educaciones y pedagogAi??as crAi??ticas desde el sur ai??i?? cartografias de la educaciA?n. Chile; CEAAL

FREIRE, Paulo (2002): Pedagogia da Autonomia, saberes necessA?rios a pratica educativa. Brasil. ColeAi??A?o Leitura, 23 ed. Paz e Terra

ECHEVERRIA, Rafael (2009): Escritos sobre aprendizagem. Chile; Ed. Granica.

Sitios
www.frepop.org.br
www.recid.org.br
www.camp.org.br

https://sites.google.com/site/mopsse/

https://www.facebook.com/pvp.vidasparalelas

* Marcio Cruz
Preside o FREPOP ai??i?? FA?rum de EducaAi??A?o Popular (gestA?o 2010 ai??i?? 2012, reeleito para gestA?o 2013-2014). Formado em Sociologia pela FundaAi??A?o Escola de Sociologia e Politica; Mestre em CiA?ncias Sociais e PolAi??ticas pela PontifAi??cia Universidade CatA?lica; Coordenador do Programa Escolas IrmA?s do gabinete da presidA?ncia da repA?blica do Brasil (2009 e 2011); Assessorou o presidente da ComissA?o de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de SA?o Paulo ALESP/SP, deputado estadual Renato SimAi??es (2003-2005) e o presidente da ComissA?o de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do ParanA? deputado estadual Tadeu Veneri (2011-2013). Atua como consultor em processos de moderaAi??A?o de grupos, e planejamento estratAi??gico em governos, OrganizaAi??Ai??es NA?o Governamentais e direAi??A?o de movimentos sociais. Realiza estudos em Ontologia da Linguagem e desenvolve trabalho de formaAi??A?o para potencializar a aAi??A?o pessoal e coletiva de dirigentes nestes espaAi??os. buy benicar online canada where to sale ginseng in tn