Circular 6 – Fev/2016 Carpina-PE I Ciranda metodolA?gica Marcus Matraga

20160229114105Realizada entre os dias 27 e 28 de julho na FETAPE, Carpina-PE.

A ciranda realizada em Carpina-PE, no centro social da FETAPE, reuniu 57 educadores e educadoras de A?reas distintas de atuaA�A?o nos pressupostos de EducaA�A?o Popular para definir os caminhos de organizaA�A?o do XIII FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular a�� X Internacional.

MOMENTOS

I) Reconstruindo a histA?ria do FREPOP

Depois da acolhida em Carpina, iniciou-se o processo de conhecimento e reconhecimento do FREPOP como um territA?rio de encontro e reencontro entre educadores e educadoras populares.

Houve a reconstruA�A?o da histA?ria do FREPOP em suas doze ediA�A�es utilizando o livro FREPOP – tecendo e alinhavando encontros experiA?ncias e saberes, no capA�tulo tecendo a histA?ria do FREPOP.

II) AnA?lise de conjuntura e uma proposiA�A?o sobre o papel da EducaA�A?o Popular

O debate sobre a conjuntura foi construA�do coletivamente, com a participaA�A?o de todos na leitura de contexto polA�tico, econA?mico e social da AmA�rica Latina, especialmente do Brasil.

Neste contexto, expressou-se a atual fase de crise do desenvolvimento do Capitalismo, que tem como objetivo acelerar a concentraA�A?o de riquezas, saquear o Estado (privatizando serviA�os ou vendendo serviA�os diretamente aos governos), retirar direitos das camadas populares, aumentar juros, reduzir o padrA?o de compra e elevar o desemprego.

Soma-se a este momento, as manifestaA�A�es fascistas e golpistas, que colocam em risco as conquistas democrA?ticas que permitem a organizaA�A?o do povo, especialmente por leis que restringem a participaA�A?o e organizaA�A?o social e criminalizam os ativistas sociais que se manifestam publicamente.

Seguimos no momento de descenso das grandes lutas sociais de enfrentamento entre capital e trabalho, ou por polA�ticas pA?blicas, ao mesmo tempo em que encontramos uma juventude sedenta por mudanA�as, tanto nas formas de participaA�A?o, quanto na formulaA�A?o de possibilidades do inA�dito viA?vel para os interesses das classes populares. Apesar deste momento, nA?o temos conseguido responder a indagaA�A?o sobre o que fazer?

Estamos numa situaA�A?o emergencial que nos obriga a juntar forA�as para enfrentar a onda de linchamentos morais e preconceitos com forte identidade no fascismo, na violA?ncia policial, na violA?ncia contra a mulher, no judiciA?rio que encarcera a juventude negra e pobre do paA�s. HA? uma ofensiva conservadora na AmA�rica Latina, depois de um ciclo em que os setores populares puderam respirar e sonhar com um futuro melhor aos seus filhos, vitA?ria eleitoral dos setores conservadores no Brasil A� considerada estratA�gica para desencadear um processo de rupturas com as conquistas econA?micas e sociais, que atendem as camadas populares.

Neste contexto, cristaliza-se a necessidade de educadores e educadoras populares de ampliar a capacidade de organizaA�A?o, mobilizaA�A?o e formaA�A?o para pensar, organizar e enfrentar novos processos de luta que pavimentem um projeto de sociedade para alA�m do a�?lulismoa�?, e da lA?gica da conciliaA�A?o de classes, comum a todos os projetos de governo desde GetA?lio Vargas, JoA?o Goulart e que segue atA� o presente momento, como o a�?lulismoa�?.

III) Aprofundando o debate sobre o TEMA GERADOR

O debate sobre o tema gerador iniciou no sA?bado e encerrou no domingo, dando tempo para um profundo debate sobre um Tema Gerador que desse conta do contexto histA?rico e social que estamos inseridos, especialmente a partir dos espaA�os de atuaA�A?o de educadores e educadoras.

O processo iniciou em grupos, tendo acesso A�s sugestA�es registradas no site e A� primeira sA�ntese construA�da na Ciranda em Porto Alegre. Depois dos grupos apresentarem suas perspectivas sobre quais poderiam ser o Tema Gerador, concluiu-se, numa amorosa e comprometida discussA?o pelo tema:

EDUCAA�A?O POPULAR: Desafios das lutas sociais na construA�A?o da sociedade que queremos

Depois da acalorada discussA?o, acordou-se que os temas que ficaram construA�dos no debate seriam remetidos A� comissA?o de sistematizaA�A?o como propostas e insumos para a cialis 20mg definiA�A?o de eixos temA?ticos que orientem a inscriA�A?o de atividades autogestionA?rias para as rodas de conversa, oficinas e arenas.

IV) Caminho metodolA?gico

O caminho metodolA?gico do FREPOP A� composto de cinco momentos, que ocorrem em tempos distintos sem uma ordem hierA?rquica, dependendo de cada contexto.

Heis osA�momentos a serem construA�dos no caminho:A�

DEFINIA�A?O DO PROBLEMA

DefiniA�A?o do tema gerador que expresse um problema marcante das classes populares, organizadas e nA?o organizadas, no contexto atual do capitalismo.

(ObservaA�A?o: este momento iniciamos na vivencia desta ciranda, em Carpina)

DefiniA�A?o de atA� oito eixos temA?ticos que decomponham o tema gerador.

(ObservaA�A?o: serA?o definidos na prA?xima Ciranda em maio quando concluiremos este momento do caminho metodolA?gico)

PROBLEMATIZAA�A?O

InscriA�A?o de rodas de conversa que tenham relaA�A?o com os eixos temA?ticos definidos a partir do tema gerador.

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InscriA�A?o de oficinas, espaA�os de aprendizagens realizados nos territA?rios e junto A�s camadas populares, dentro da perspectiva do tema gerador.

CONTRADIA�A�ES

RealizaA�A?o de arenas ou atividades nacionais e internacionais com pessoas que tA?m sistematizado, a partir da reflexA?o complexa, suas experiA?ncias sobre determinados temas.

AA�A?O

A� realizada quando retornamos revigorados aos territA?rios de aA�A?o pessoal e coletiva junto as camadas populares, as quais somos parte e estamos comprometidos.

ObservaA�A?o: O Caminho metodolA?gico pactuado na prA?xima Ciranda, quando serA?o definidas as atividades de cada momento do caminho e os eixos temA?tico.

A�V) Modelo de organizaA�A?o

O processo de organizaA�A?o do XIII FREPOP a�� FA?rum de educaA�A?o popular a�� X Internacional terA? como modelo de organizaA�A?o duas instA?ncias de construA�A?o coletiva:

  • ComitA? Nacional de OrganizaA�A?o do FREPOP 2016

O ComitA? Nacional, que foi composto na Ciranda de SistematizaA�A?o em novembro de 2014 em GoiA?nia, A� aberto para educadores e educadoras que queiram compartilhar as responsabilidades de articular e pensar o FREPOP como um movimento que reA?na num mesmo territA?rio pessoas de distintas A?reas de atuaA�A?o, organizados em distintas redes.

O comitA? local de organizaA�A?o A� composto por ao menos uma pessoa de cada uma das comissA�es locais, a secretaria executiva e por pelo menos uma pessoa do ComitA? Nacional.

Na Ciranda em Carpina/PE foram propostas ComissA�es para a ediA�A?o deste ano do FREPOP:

As comissA�es sA?o abertas e, por tanto, serA? postado no site o nome e a responsabilidade de cada uma para que as pessoas possam se colocar A� disposiA�A?o para compor as comissA�es. Os nomes abaixo sA?o dos responsA?veis neste primeiro momento em contatar os nomes voluntA?rios que se inscreverA?o para colaborar.

A�ComissA�es e responsabilidades

METODOLOGIA

Organiza e promove a programaA�A?o do FREPOP 2016, garantindo os espaA�os metodolA?gicos para que se possa fazer o caminho metodolA?gico.

Cibele Rodrigues (Fundaj) MA?nica (Fetape)

MOBILIZAA�A?O

Pensa formas de mobilizar educadores e educadoras populares para que se engajem nas tarefas e participem dos processos de construA�A?o do FREPOP, bem como do prA?prio evento.

Nadja Moraes (RECID)

COMUNICAA�A?O

Cuida do site e redes sociais, promove e produz peA�as de comunicaA�A?o.

Adriano Matilha (FREPOP-Marilha)

CULTURAL

Organiza a programaA�A?o cultural dos dias do evento.

A�lcio Ricardo (PMPICS)

ACOLHIMENTO

Organiza as atividades de acolhimento e mA�stica durante o FREPOP

Bruno e IrmA? Terezinha

INFRAESTRUTURA E LOGA?STICA

Garante hospedagem solidA?ria para quem precisa, incorpora a comunidade do local e pensa formas de garantir alimentaA�A?o, transporte e equipamentos para os dias do evento.

Alexandre Neto (CT a�� COSEMS-PE/ANEPS-PE)

FREPOPINHO

ConstrA?i atividades para crianA�as e adolescentes.

Cledson Reis (ANEPS a�� PE)

SECRETARIA EXECUTIVA

Garante a realizaA�A?o das decisA�es do ComitA? Organizador local, faz os contatos com o ComitA? Organizador Nacional, faz registros das decisA�es, envia ofA�cios, faz a articulaA�A?o local para garantir as decisA�es das comissA�es, entre outras.

Glauce Gouveia (ComitA? Territorial de EducaA�A?o Integral de Pernambuco)

FINANCIAMENTO

Busca recursos para a realizaA�A?o do FREPOP

Marcio Cruz (FREPOP)

 

ComitA? Nacional de OrganizaA�A?o do FREPOP 2016

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