A EducaA�A?o Popular, o FREPOP e a cidade do Recife

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A EducaA�A?o Popular tornou-se ao longo de sua construA�A?o histA?rica, polA�tica e pedagA?gica, uma das principais bandeiras de luta e de prA?tica educativa no Brasil e no mundo. O que chamamos de EducaA�A?o Popular inspirada na experiA?ncia sistematizada pelo educador Paulo Freire, conquistou adeptos em muitas A?reas, muito dessa conquista, especialmente, ao meu ver, porque lida com temas comuns ao cotidiano das pessoas e tambA�m por contribuir na reflexA?o da realidade e com a construA�A?o de um mundo solidA?rio e a humanizaA�A?o das pessoas. A EducaA�A?o Popular nos inspira a cuidar da autonomia, da liberdade, da democracia e da luta pela justiA�a e inclusA?o dos pobres na arena social e econA?mica, com A?nfase na produA�A?o da leitura do mundo.

Observando a contribuiA�A?o de Paulo Freire, percebemos que do mesmo modo, na tendA?ncia de educaA�A?o libertadora (FREIRE, 2002), a�?os conteA?dos aparecem sob a forma de temas geradores e sA?o extraA�dos da problematizaA�A?o da prA?tica de vida dos alunosa�? (FREIRE, 2002). E mesmo sendo adequado defender que nA?o existe uma A?nica corrente de pensamento nos processos educativos, devemos admitir que devemos buscar ser coerentes com o que falamos e praticamos como nos ensina Paulo Freire (SILVA, 2006). Isso tem a ver com a busca pela prA?tica coerente no campo da educaA�A?o e das prA?ticas humanas. (SILVA, 2006).

No campo da saA?de, onde a EducaA�A?o Popular tambA�m foi incorporada, A� necessA?rio ficarmos atentos, pois A� importante considerar que a EducaA�A?o Popular em SaA?de nA?o A� o A?nico projeto pedagA?gico que pode a�?valorizar a diversidade e a heterogeneidade dos grupos sociaisa�? (VASCONCELOS, 2001). Nesse sentido, os sujeitos que lidam com a educaA�A?o podem esbarrar na concepA�A?o da a�?educaA�A?o bancA?riaa�? (FREIRE, 2002) de muitos profissionais e gestores da educaA�A?o e da saA?de, que poderiam ter na educaA�A?o popular um dos elementos estruturantes para o fortalecimento das aA�A�es de educaA�A?o juntos aos trabalhadores e trabalhadoras.

Torna-se razoA?vel acreditar na EducaA�A?o Popular como uma possibilidade, aqui entendida como um processo de produA�A?o do saber, que se dA? a�?no diA?logoa�? e numa a�?perspectiva libertA?riaa�? (FREIRE, 2002). A educaA�A?o popular pode ser compreendida como um processo de construA�A?o coletiva de uma consciA?ncia crA�tica. TambA�m pode ser compreendida a�?como sendo um processo de construA�A?o de conhecimento que acontece na a�?trocas de saberesa�? e em comunhA?oa�? (FREIRE, 2002; VASCONCELOS, 2001; MELO NETO, 2004; SILVA, 2006).

Quando nos deparamos com o tema EducaA�A?o Popular, uma das perguntas que escuto muito A� como se aprende. Eu sempre digo que aprendemos ao fazer e fazemos para aprender. E sempre convido as pessoas para mergulhar no universo teA?rico e metodolA?gico da EducaA�A?o Popular. Uma das possibilidades de aproximaA�A?o com o campo da EducaA�A?o Popular A� participando de atividades voltadas para o debate da educaA�A?o do tema, como seminA?rios, encontros, ciclos de cultura, roda de conversa, etc.

Falando em atividades, tem o FA?rum de EducaA�A?o Popular – FREPOP, algo muito representativo, para alA�m de um fA?rum momentA?neo de reflexA?o acerca de temas importantes para a humanidade, A� um processo de organizaA�A?o social e polA�tica que colabora com os processos educativos e de socializaA�A?o de saberes e fazeres. TambA�m me parece adequado dizer que A� um projeto A�tico a�� polA�tico que colabora com a experimentaA�A?o da solidariedade, a luta pela democracia e novas formas de organizaA�A?o comunitA?ria para o bem comum e o bem viver.

Esse ano, acontece mais um FREPOP. Desta vez vai ser na cidade do Recife, e noto como sendo uma boa oportunidade de juntarmo-nos para conversarmos sobre o bem viver, analisar o real e produzir utopias libertA?rias. Conclamo para que possamos nos encontrar no prA?ximo FREPOP. Recife A� uma cidade linda, pernambucano tem mania de acolher e cuidar. A comida A� saborosa, as praias inebriantes e os traA�os culturais, parecem inspiradores para produzir esperanA�as.
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  • AntropA?logo, sanitarista e educador popular, pernambucano, morando em BrasA�lia, e assim eu escrevo.


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