RESULTADO DO ENCONTRO DE SISTEMATIZAA�A?O SOBRE O FREPOP

JUNTOSEncontro de SistematizaA�A?o sobre o FREPOP – Forum de EducaA�A?o Popular promovido por projeto de pesquisa daA�Universidade Federal de GoiA?s UFG/MINC.

 

 

Primeiro dia de atividade da sistematizaA�A?o do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular

Objetivo do primeiro dia:
Construir o contexto histA?rico dos A?ltimos doze anos a partir da atuaA�A?o da educaA�A?o popular.

Foi apresentada uma introduA�A?o pela educadora popular Kelly que hoje atua no MINC, depois foram divididos 4 grupos para o debate a partir das seguintes perguntas geradoras:

1. Qual o contexto da EducaA�A?o Popular e dos movimentos sociais no Brasil nos A?ltimos doze anos.
2. Que desafios ela enfrentou?
3. Quais foram suas conquistas?

Grupo 1
Qual o contexto da educaA�A?o popular e dos movimentos sociais no Brasil nos A?ltimos doze anos?

Em 2003, Lula assumiu a presidA?ncia da RepA?blica como o primeiro operA?rio presidente da histA?ria do Brasil. Neste processo, hA? uma fragmentaA�A?o das grandes bandeiras de luta. Quanto mais separado o movimento, mais perde forA�a. XXX
Pessoas fA�sicas ou jurA�dicas (ONGs) se apoderaram das pautas dos movimentos e passaram a adotA?-las como suas.
HA? uma forte cooptaA�A?o de lideranA�as dos movimentos sociais, que acreditaram que o governo por A�si sA? daria conta das demandas sociais, criou-se assim uma zona de conforto.
O governo Lula foi consequA?ncia de uma profunda crise social, polA�tica e econA?mica no Brasil. A projeA�A?o que ele iria resolver boa parte dos anseios do movimento sociais nA?o levava em conta as contradiA�A�es do atual perA�odo de democracia. A EducaA�A?o Popular nasce junto com a democracia e vai sendo maturada e aprofundada.

Que desafios ela enfrentou?

Nestes doze anos, a EducaA�A?o Popular teve o desafio de unir forA�as e coordenar a aA�A�es para unificar as grandes bandeiras e lutas no Brasil. Este ainda continua sendo um desafio valido e permanente.
A EducaA�A?o Popular no Brasil enfrentou o desafio da ausA?ncia de um projeto de sociedade, e se coloca na condiA�A?o de ser um caminho para a construA�A?o conceitual de experiA?ncias concretas da sociedade que anuncia nas diversas A?reas tais como: educaA�A?o, de saA?de, economia solidaria, direitos humanos, entre outros.
Os desafios continuam vA?lidos. HA? a necessidade de um renascimento e unificaA�A?o das grandes pautas e agendas. SA?o insuficientes as abordagens vinculadas aos temas da cidadania, do empoderamento sobre as novas tecnologias de massa, de projetos sociais dentro de escolas, de uma perspectiva da educaA�A?o universal que permeie e interligue os aspectos social, polA�tico, cultural, dos aspectos do trabalho e auto gestA?o.
A EducaA�A?o Popular, neste doze anos, mantA�m a necessidade de democratizar a democracia, e repensar seu papel diante dos novos desafios.
MantA�m-se como desafio que as experiA?ncias de EducaA�A?o Popular sejam propositivas e mantenham um trabalho de base orientado na realidade concreta das pessoas, construindo o saber sobre sua condiA�A?o e promovendo as aA�A�es que resultem na transformaA�A?o social.

Quais foram suas conquistas?

Nestes doze anos surgiram vA?rias organizaA�A�es, grupos e movimentos vinculados a prA?tica da educaA�A?o popular.
Aprofundou-se a cultura de democratizaA�A?o no Brasil com maior participaA�A?o em vA?rios momentos da vida pA?blica como as ConferA?ncias Nacionais; a Portaria que instituiu em 2013 a PolA�tica Nacional de EducaA�A?o Popular em SaA?de no A?mbito do Sistema Asnico de SaA?de (PNEPS-SUS), que entre outras coisas institui a roda de conversa como dispositivos de processos educativos e de gestA?o; o DECRETO NA? 8.243, DE 23 DE MAIO DE 2014, que institui a PolA�tica Nacional de ParticipaA�A?o Social – PNPS e o Sistema Nacional de ParticipaA�A?o Social – SNPS, decreto este que em outubro, logo apA?s o segundo turno das eleiA�A�es presidenciais foi derrubado em votaA�A?o no Congresso e aguarda o resultado da votaA�A?o no Senado.
As polA�ticas que foram instituA�das nestes doze anos com participaA�A?o nos processos de EducaA�A?o Popular nas A?reas da saA?de, na equidade de gA?nero, nas questA�es LGBT, na economia solidA?ria, nos direitos humanos, no Sistema Unificado de AssistA?ncia Social.

Algumas propostas de aA�A�es que surgiram.
a�? Construir a Rede das Redes de EducaA�A?o Popular.
a�? Atualizar o Manifesto do FREPOP com os dados dos doze anos. Acrescentar: a tecnologia social, a sociedade da informaA�A?o, a velocidade e a tecnologia da informaA�A?o para serem inseridas no debate da EP.
1. Quais seriam os principais Aspectos que devem ser trabalhados para fortalecer um movimento de EducaA�A?o Popular que contribua para a transformaA�A?o social?
Empoderamento das tecnologias sociais e o trabalho em rede. Ser propositivo em relaA�A?o a educaA�A?o formal.

ReflexA?o em poema.

a�?Que a arte nos aponte uma resposta mesmo que ela nA?o saiba A� que ninguA�m a tente complicar porque A� preciso simplicidade para fazA?-la florescera�?.A�Poema da forA�a – Osvaldo Montenegro.

GRUPO 1

 

 

 

 

 

 

GRUPO 2

Qual o contexto da educaA�A?o popular e dos movimentos sociais no Brasil nos A?ltimos doze anos?

Nestes doze anos surgiram e se desenvolveram varias experiA?ncias de EducaA�A?o Popular preocupadas com a construA�A?o e partilha do conhecimento que tem raiz nas experiA?ncias concretas das camadas populares. A Universidade Popular do Nordeste, com suas aulas abertas, aconteceu com caracterA�sticas diferenciadas: teve o avanA�o da EducaA�A?o Popular sobre a extensA?o universitA?ria, criando projetos e parcerias que avanA�aram para as comunidades, e promoveram atividades resultados que se estenderam para alA�m do seu tempo formal, como por exemplo o grupo Pau e Lata que trabalha com percussA?o no estado do Rio Grande do Norte e se reA?ne no SEDEC – SeminA?rio de ExtensA?o e DemocratizaA�A?o da Cultura.

Que desafios enfrentou?
Enfrentou e enfrenta o desafio de ampliar e resistir para manter produzindo. De articular todos os setores da educaA�A?o popular e movimentos sociais para ocupar, resistir e produzir a verdade!

Quais foram suas conquistas?
A cultura foi um campo marcante para as expressA�es da cultura popular nA?o comercial. Promoveram experiA?ncias fantA?sticas nas atividades de sensibilizaA�A?o da EducaA�A?o Popular no Brasil, e foram possA�veis em boa parte pelo avanA�o dos Pontos de Cultura e pela Lei da Cultura Vida. HA? ainda o avanA�o da legitimaA�A?o dos patrimA?nios materiais e imateriais como as manifestaA�A�es religiosas de matriz africana pelo
IPHAN – Instituto de PatrimA?nio HistA?rico e ArtA�stico Nacional.
Dos avanA�os dos A?ltimos doze anos que tA?m alguma medida atuaA�A?o de educadores e EducaA�A?o Popular podemos dar A?nfase: A formaA�A?o da REDE BRASIL COMUNICAA�A?O SOCIAL, a Lei Maria da Penha, as agendas LGBT, os sistemas de Cotas, as aA�A�es e projetos de economia solidaria entre tantos outros.

GRUPO 2

 

 

 

 

 

 

Grupo 3

Qual o contexto da educaA�A?o popular e dos movimentos sociais no Brasil nos A?ltimos doze anos?
Nos A?ltimos doze anos, os educadores e educadoras populares das diferentes A?reas de atuaA�A?o viram surgir a ANEPS (ArticulaA�A?o Nacional de EducaA�A?o Popular em SaA?de) e o fortalecimento das redes de educaA�A?o popular no Brasil. Neste perA�odo multiplicaram-se experiA?ncias de EducaA�A?o Popular que surgiram a partir da metodologia do teatro do oprimido, e das lutas pela Reforma AgrA?ria.

Que desafios enfrentou?
Os desafios que educadores e educadoras populares enfrentaram neste perA�odo bem como suas formas de organizaA�A?o estA?o cristalizados ainda hoje: Problemas de comunicaA�A?o, preconceito, dificuldade na mobilidade urbana e sua acessibilidade, intolerA?ncia religiosa, corrupA�A?o, impunidade, dificuldade no acesso a informaA�A�es, rigidez nas estruturas pA?blicas e sociais, dificuldade de sua organizaA�A?o polA�tica, ampliaA�A?o da luta pela equalizaA�A?o dos direitos e democratizaA�A?o da mA�dia nos meios de comunicaA�A?o de massa.

Quais foram suas conquistas?
Nestes doze anos tivemos uma maior consolidaA�A?o de movimentos sociais em que pese uma profunda criminalizaA�A?o por parte do Estado. Foram realizadas mais de 65 ConferA?ncias Nacionais e a participaA�A?o efetiva de lideranA�as sociais nos Conselhos.
Ampliou-se o acesso A�s universalidades, em que pese com grande participaA�A?o do mercado privado na oferta de vagas, ao mesmo tempo em que se ampliam os campi de universidades pA?blicas.
A cultura de agressA?o contra as mulheres tem sido enfrentada com a Lei Maria da Penha e campanhas educativas para que a sociedade tome consciA?ncia de que a agressA?o contra as mulheres ainda estA? entre as maiores causas morte entre as mulheres no Brasil.
Consolidou-se nos A?ltimos doze anos o bandeira do acesso a informaA�A?o e a democratizaA�A?o dos meios de comunicaA�A?o de massa e cada vez mais surgem movimentos com unificam modelos de aprendizagem nascedouros na educaA�A?o popular com as novas tecnologias.
PolA�ticas publicas de abrangA?ncia nacional tem aumentado a participaA�A?o popular na gestA?o e mobilizaA�A?o da sociedade para enfrentar seus problemas, tais como a PolA�tica de EducaA�A?o Popular em saA?de, o reconhecimento dos povos da floresta, as polA�ticas de investimento na economia solidA?ria como o Programa de AquisiA�A?o de Alimentos, o Programa Nacional de AlimentaA�A?o Escolar, as aA�A�es de formaA�A?o aos assentados no Programa Nacional de EducaA�A?o na Reforma Agraria, as aA�A�es de inclusA?o na formalidade de investidores individuais com a criaA�A?o do Micro Empreendedor Individual, a PolA�tica de InclusA?o Produtiva e a PolA�tica de cotas para acesso e reparaA�A?o das minorias sA?o algumas das vitorias das camadas populares organizadas nos A?ltimos doze anos.

CORDEL DESAFIOS

Ai, Ai, Ai, eis os conflitos
Falta mobilidade e acesso de informaA�A?o
Sobra preconceito com o outro e tambA�m religiA?o
NA?o temos tempo
Mas ficamos no Facebook e na televisA?o
No Bio-polA�tico-social
TA? faltando equalizaA�A?o
E se tudo isso pode ser observado
Aqui! NA?o tem nenhum coitado
Partiu a arregaA�ar as mangas
Porque A� de prA?xis que vem a emancipaA�A?o.

CONQUISTAS

Vou te dizer uma coisa
Que permeia a verdade:
SISU, PROUNI, E COTAS
PARA ACESSIBILIDADE
Quem nA?o podia, agora
Acessa a universidade
Auxilia a comunidade
E faz melhor seu ambiente
No ato filosA?fico
Veio o acesso A� informaA�A?o
Maria da Penha pegando agressor de montA?o
EntA?o a consciA?ncia
Pediu permissA?o
Da floresta, as ervas medicinais e bebidas sagradas
Agora tem uma legislaA�A?o
PAA, PNAI E MEI…
ECONOMIA SOLIDA?RIA E NA?O SOLITA?RIA
PRA ENSAIR A REVOLUA�A?O.

GRUPO 3

 

 

 

 

 

 

GRUPO 4

Qual o contexto da educaA�A?o popular e dos movimentos sociais no Brasil nos A?ltimos doze anos?
Nos anos 90 e inA�cio dos anos 2000 os movimentos sociais e de EducaA�A?o Popular estavam em refluxo, com aA�A?o reduzida comparada com os anos 80 (Luta pela democracia, fundaA�A?o do PT, CUT, CMP, etc.) pensando apenas em suas problemA?ticas.
HA? 12 anos os movimentos sociais e educadores/as populares de diversas origens passaram a dialogar e interagir entre redes, com os outros movimentos para pensar coletivamente pautas com abrangA?ncia transversais.
A institucionalizaA�A?o de militantes e lideranA�as nos espaA�os sociais nas diferentes instA?ncias governamentais possibilitaram a constituiA�A?o e unificaA�A?o de algumas importantes pautas sociais, que estavam fracionadas nos movimentos sociais. EspaA�os de articulaA�A?o nacional na polA�tica foram ocupados por militantes em diferentes esferas, a exemplo das Secretaria Especial da Juventude, Sec. Especial PolA�tica Racial, Sec. Especial de DH, Sec. Especial de das Mulheres, Secretaria de PolA�tica EstratA�gica de ParticipaA�A?o do MinistA�rio da SaA?de entre outras.
A criaA�A?o de espaA�os nacionais de discussA?o e articulaA�A?o em polA�ticas pA?blicas como os conselhos, fA?runs e conferA?ncias nacionais constituA�ram mais domA�nio dos setores populares sobre os processos por que passam as polA�ticas publicas e qualificando sua intervenA�A?o e luta politica.
Com o advento da democratizaA�A?o/ampliaA�A?o do acesso da internet, ganhou forA�a a partir do ano 2000, maiores possibilidades de interaA�A�es pessoais e entre os movimentos sociais em pautas que se articulam em redes. Da mesma forma a inclusA?o digital, e por meio desta, ampliou a abrangA?ncia das aA�A�es e articulaA�A�es de movimentos sociais, criando novas possibilidades de militA?ncia. A tecnologia tornou-se um complemento A� informaA�A?o a contra informaA�A?o e ferramenta de mobilizaA�A?o das atividades dos movimentos sociais e da educaA�A?o popular.

Que desafios enfrentou?
Percebeu-se a transversalidade dos temas pautados por cada movimento e experiA?ncias de EducaA�A?o Popular. Foi necessA?rio promover o diA?logo entre as distintas experiA?ncias unificando pautas de intervenA�A?o coletiva e construindo movimentos mais abrangentes.
O atual contexto aponta a necessidade de sistematizaA�A?o das experiA?ncias, de apreender e compreender o papel da sistematizaA�A?o para pensar as prA?ticas cotidianas.
Ampliar nossa inserA�A?o nos espaA�os formais de a�?educaA�A?oa�? nos vA?rios nA�veis, incluindo nestes espaA�os os saberes populares, problematizando contextos e a�?historicizandoa�? conceitos, foi e continua sendo um desafio para a educaA�A?o popular.
A internet e as redes sociais como territA?rio de luta polA�tica, em alguns casos substituiu a aA�A?o de grupos presenciais. MantA�m-se como desafio nA?o substituir o contato corpo a corpo, e a perspectiva do encontro e reencontro dos educadores populares.
O sentimento de que precisamos preparar melhor a intervenA�A?o, a aA�A?o das redes e dos educadores em processos de estudos, de formaA�A?o e capacitaA�A?o constantes, ainda permanece.

pills online Quais foram suas conquistas?
A troca de experiA?ncias e vivA?ncias em EducaA�A?o Popular nas diferentes regiA�es do Brasil e de outros paA�ses foi uma conquista deste perA�odo e possibilitou espraiar as relaA�A�es e articulaA�A�es entre redes de EducaA�A?o Popular e experiA?ncias concretas que nA?o se reconheciam como tal. Como, por exemplo, FREPOP que permitiu o encontro entre os educadores populares nestes doze anos, a RECID e a ANEPS.
A partir de governos populares que assumem na AmA�rica Latina percebeu-se um aumento nas prA?ticas e experiA?ncias de educaA�A?o popular, como a apropriaA�A?o de meios governamentais para viabilizar diversas atividades e aA�A�es governamentais com protagonismo popular.
A criaA�A?o de redes de movimentos sociais e de educaA�A?o popular que se reA?nem para problematizar temas especA�ficos de cada localidade, permitindo o reconhecimento dos problemas e identificaA�A?o de novas possibilidades para superA?-los na perspectiva dos interesses populares.
CompA�e as conquistas a ampliaA�A?o de horizontes para as problemA?ticas sociais, o fortalecimento das crenA�as e desmistificaA�A?o das imagens construA�das por preconceitos histA?ricos produzidos sem base na realidade.

GRUPO 4

 

 

 

 

 

 

Segundo dia de atividade da sistematizaA�A?o do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular

Objetivo:
1) Reconstruir a histA?ria do FREPOP nos seus doze anos.
2) Que contribuiA�A?o o FREPOP deu a EducaA�A?o Popular?
3) Quais os desafios da EducaA�A?o Popular no Brasil?
4) Como o FREPOP pode contribuir para dar conta destes desafios?
5) Debate sobre a caracterizaA�A?o da ONG FREPOP.

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1) A sistematizaA�A?o dos doze anos de histA?ria do FREPOP.
Foi apresentado pelo educador popular e um dos fundadores AntA?nio Folquito Verona a histA?ria das doze ediA�A�es do FREPOP. Nos falta um documento para que registremos esta apresentaA�A?o na sistematizaA�A?o.

2) Que contribuiA�A?o o FREPOP deu a EducaA�A?o Popular.
Neste debate optamos por fazer declaraA�A�es, onde se pA?de expressar as experiA?ncias pessoais e coletivas nos doze anos de realizaA�A?o de FREPOP.A�Desta forma, nA?o hA? uma construA�A?o de contexto que ainda pode ser produzida a partir destes juA�zos e declaraA�A�es, mas somente o registro das vA?rias formas de expressA?o para designar qual a contribuiA�A?o do FREPOP para a educaA�A?o popular atA� o presente momento, uma vez que toda a aA�A?o remete a um ou mais resultados.

Pergunta geradora:

Que contribuiA�A�es o FREPOP proporcionou nestes doze anos A� EducaA�A?o Popular?

Foram identificadas nas respostas quatro territA?rios em que as varias formas de participaA�A?o no FREPOP resultam em algum nA�vel de resultado para a EducaA�A?o Popular?

TerritA?rio de articulaA�A?oEncontros das redesDescoberta de novas experiA?ncias de EducaA�A?o Popular TerritA?rio de articulaA�A?oEncontros das redesDescoberta de novas experiA?ncias de educaA�A?o popular
TerritA?rio de troca de experiA?nciasA�que se colocam na contra hegemonia da sociedade capitalista nos aspectos, nos aspectos, Cultural, Social, PolA�tico e EconA?mico TerritA?rio de aprendizagem para novas aA�A�esPergunta geradora:
Que contribuiA�A�es o FREPOP proporcionou nestes doze anos A� EducaA�A?o Popular?Foram identificadas nas respostas quatro territA?rios em que as varias formas de participaA�A?o no FREPOP resultam em algum nA�vel de resultado para a EducaA�A?o Popular.PessoalColetiva

 

segundo dia foto 7JuA�zos e declaraA�A�es sobre a colaboraA�A?o do FREPOP para o territA?rio pessoal.

  • A�Possibilidade de encontros
  • A�Possibilidade de novas aprendizagens
  • A�Descobrir-se como Educador Popular
  • A�Auto-conhecimento sobre formas de ler o mundo, a prA?pria corporalidade e emocionalidade.
  • Possibilidade de romper com a zona de conforto.
  • Possibilita tomar contato com saberes distintos.
  • Possibilita repensar o cotidiano e a prA?prio agir.
  • Oportunidade de conhecer o que estA? sendo realizando em EducaA�A?o Popular.
  • Oportunidade de coordenar aA�A�es com outras pessoas, que estA?o na mesma caminhada.
  • Reconhecer minha leitura de mundo em outras pessoas.
  • Possibilita o intercambio de prA?ticas e perspectivas pessoais.
  • SensibilizaA�A?o e emoA�A?o.
  • Atua na crenA�a de que um outro mundo A� possA�vel, pois estA? sendo vivido no FREPOP.
  • Colabora na formaA�A?o polA�tica.
  • A� um espaA�o para arriscar-se sem medo de errar.
  • EspaA�o de transformaA�A?o pessoal.
  • Oportunidade de conhecer a EducaA�A?o Popular.
  • Possibilidade de conhecer e reconhecer novos horizontes.
  • DesinstitucionalizaA�A?o do saber.
  • Lugar para as diferentes formas de sociabilidade e denA?ncia da sociedade e anA?ncio de uma nova sociedade.
  • EspaA�o de mA?ltiplas diferenA�as entre diferentes para alimentar a utopia.
  • ExperimentaA�A?o mA�stica.

segundo dia 1

A�JuA�zos e declaraA�A�es sobre a colaboraA�A?o do FREPOP para as redes, grupos e movimentos sociais que trabalham com educaA�A?o popular.

  • A�Possibilita o intercA?mbio de experiA?ncias e prA?ticas.
  • A�ArticulaA�A?o de projetos e eventos que surgem a partir do FREPOP.
  • A�Intercambio metodolA?gico.
  • AfirmaA�A?o, fortalecimento dos territA?rios e das metodologias, propiciando novas aprendizagens para novas aA�A�es.
  • ConstruA�A?o coletiva de novas ideias e saberes.
  • Contato com a diversidade, simplicidade, cultura e solidariedade que giram em torno da leitura de mundo para uma nova sociedade.
  • DiA?logo entre o saber popular e o saber formal.
  • Quebra de paradigmas e contribuiA�A?o para a educaA�A?o formal.
  • TerritA?rio de encontro entre as diversas organizaA�A�es que se articulam em redes.
  • Um momento de preparaA�A?o para a aA�A?o cotidiana.

segundo dia 5JuA�zos e declaraA�A�es sobre a colaboraA�A?o do FREPOP para a EducaA�A?o Popular como territA?rio de aA�A?o polA�tica.

  • A�Acreditar e reforA�ar a ideia de que A� possA�vel construir outro mundo.
  • A�EspaA�o formativo de EducaA�A?o Popular.
  • A�Troca entre as redes.
  • A�Troca dos saberes.
  • EspaA�o de comunicaA�A?o da EducaA�A?o Popular.
  • Despertar de “novos” educadores populares a partir de nossos saberes e experiA?ncias.
  • Gerar conflitos, problematizar construir a partir de novas relaA�A�es.
  • Fortalecimento de organizaA�A?o para uma sociedade mais justa e solidA?ria.
  • FA?rum enquanto AA�A?o de EducaA�A?o Popular, A� tudo que tem antes, durante e depois.
  • ReforA�a a autonomia nas aA�A�es de autogestA?o, como uma espA�cie de “corpo vivo”.
  • Fortalece os grupos de cultura, mulheres, movimentos sociais e dos diversos grupos de base, como uma possibilidade de unificaA�A?o e articular as bandeiras de lutas.
  • Oportunidade da experimentaA�A?o da prA?xis como educador.
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  • DisseminaA�A?o de saberes.
  • Reconhecimento da histA?ria e formas de preservaA�A?o da memA?ria.
  • A possibilidade de explicitar os processos em EducaA�A?o Popular.
  • A vivA?ncia e experimentaA�A?o da contra hegemonia.
  • O reconhecimento de novos/as educadores/as populares.
  • Contribuir com o contexto local e nacional.

terceiro dia 9

O debate sobre os desafios da educaA�A?o popular e o papel do FREPOP segue abaixo numa tabela. (itens 3 e 4 dos objetivos)

 

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Desafio para a EducaA�A?o Popular Papel que o FREPOP pode cumprir.
Perceber a transversalidade dos temas pautados por cada movimento, a fim de promover o diA?logo entre as distintas experiA?ncias de EducaA�A?o Popular e movimentos sociais, unificando pautas de intervenA�A?o coletiva e construindo movimentos mais abrangentes. O FREPOP deve ser organizado de maneira transversal e promover o diA?logo entre as experiA?ncias de EducaA�A?o Popular, movimentos sociais e unificar as pautas de intervenA�A?o coletiva na sua organizaA�A?o e eixos temA?ticos.
O atual contexto aponta a necessidade de sistematizaA�A?o das experiA?ncias, de apreender e compreender o papel da sistematizaA�A?o para pensar a prA?tica cotidiana. Sistematizar a cada ediA�A?o as experiA?ncias do FREPOP.Publicar e divulgar essa sistematizaA�A?o.
O sentimento de que precisamos preparar melhor a intervenA�A?o, a aA�A?o das redes e dos educadores em processos de estudos, de formaA�A?o e capacitaA�A?o constantes. NA?o cabe ao FREPOP a preocupaA�A?o com a formaA�A?o polA�tica ou especifica como a formaA�A?o para a sistematizaA�A?o, outras instituiA�A�es e grupos de educaA�A?o popular jA? tem foco nesta aA�A?o. O que o FREPOP deve fazer A� coordenar o encontro entre estes para a troca de experiA?ncias e possibilidades.
Ampliar nossa inserA�A?o nos espaA�os formais de a�?educaA�A?oa�? nos vA?rios nA�veis, incluindo nestes espaA�os os saberes populares, problematizando contextos e a�?historicizandoa�? conceitos. NA?o A� papel do FREPOP a relaA�A?o direta com os espaA�os formais de educaA�A?o: No entanto pode colaborar na relaA�A?o de educadores e educadoras populares com os espaA�os formais no local onde vai ser realizado, sejam estes vinculados as escolas, ou as A?reas da saA?de, economia solidA?ria, entre outros…
Unir as forA�as em torno das grandes bandeiras e lutas. Garantir que o tema gerador e os eixos temA?ticos dialoguem com as grandes bandeiras de lutas das camadas populares.
DefiniA�A?o de conceito a�?que sociedade de fato queremos?a�? O FREPOP nA?o define um modelo de sociedade, mas A� um espaA�o de denA?ncia do atual modelo e pode articular as varias formas de expressA?o sobre que sociedade estamos construindo.
CriaA�A?o das tecnologias de massa – Empoderamento das tecnologias sociais O FREPOP deve o quanto possA�vel, garantir oficinas que dialoguem sobre o tema das tecnologias de massa e o empoderamento de tecnologias sociais.
Projetos sociais dentro das escolas integrais NA?o cabe ao FREPOP discutir internamente sobre o tema das escolas integrais e os projetos sociais, mas todas as pessoas e instituiA�A�es que quiserem discutir o tema e propor abordagens sobre estas questA�es terA?o no FREPOP um espaA�o garantido.
EducaA�A?o Popular permeando e interligando (social, polA�tica, diversidade, cultura, ambiental, trabalho/auto gestA?o) A organizaA�A?o do FREPOP deve garantir que no seu territA?rio ocorram atividades que contemplemA� as dimensA�es do social, politico, cultural do meio ambiente, do trabalho e auto gestA?o. Inclusive na sua forma de organizar-se como Forum.
Democratizar a democracia! Ampliar e garantir a democratizaA�A?o dos espaA�os de decisA?o sobre a organizaA�A?o e aA�A?o do FREPOP.
Repensar o papel da EP diante dos novos desafios Garantir no interior do fA?rum um espaA�o de pensar e repensar a EducaA�A?o Popular frente as novas demandas.
Ser propositivo fortalecendo os grupos sociais, o trabalho de base dos movimentos sociais eContribuir para a transformaA�A?o social. A organizaA�A?o do FREPOP nA?o propor que se feche propostas de unificaA�A?o de temas aos movimentos sociais. Mas nA?o deve haver impedimento a livre iniciativa para que grupos e movimentos organizados dentro do territA?rio do FREPOP o faA�am.

ComunicaA�A?oPreconceitoMobilidadeAcessibilidadeFalta de tempo,IntolerA?ncia religiosa, corrupA�A?o e impunidadeAcesso a informaA�A�es,Rigidez nas estruturas pA?blicas e sociais,organizaA�A?o polA�tica, equalizaA�A?o dos direitos

biopsicosociais, meios de comunicaA�A?o de massa.

Estes sA?o desafios constantes e dos movimentos nA?o do FA?rum como local de encontro.A�A�
Integralidade humana Garantir nas atividades do FREPOP a integralidade humana, que reA?na corpo, pensar e sentir.
ConstruA�A?o de meios de comunicaA�A?o de massa. Garantir que na organizaA�A?o e realizaA�A?o do fA?rum se utilize de estratA�gias de comunicaA�A?o comunitA?ria e livre
Ampliar as aA�A�es de transparA?ncia do FREPOP Garantir o acesso a todas as informaA�A�es, produA�A�es, decisA�es e as prestaA�A�es de conta do FREPOP e de todas as suas atividades estejam disponA�veis.
Estabelecer redes de redes. Manter uma rede permanente de relaA�A�es entre as pessoas que participaram do FREPOP, por meio das redes sociais, mailing, e um fA?rum permanente no site.

 

3)A�A�A� Debate sobre a caracterizaA�A?o da ONG FREPOP.

Ao final do XII FREPOP a�� IX internacional, ocorrido no municA�pio de Lagarto (SE), o entA?o presidente Marcio Cruz propA?s a dissoluA�A?o da pessoa jurA�dica do FA?rum a ONG FREPOP. Seu principal argumento foi que a ONG FREPOP tinha como funA�A?o originA?ria a captaA�A?o de recursos e a gestA?o destes para a realizaA�A?o do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular e nesse momento isso nA?o se mostrava necessA?rio pois o FA?rum de EducaA�A?o Popular pode ser administrado como A� o FA?rum Social Mundial (FSM), por um comitA? gestor que arrecada recursos e os distribui para a gestA?o entre as ONGs parceiras.

Outro motivo argumentado estA? no fato de que as decisA�es de mobilizaA�A?o e organizaA�A?o do FREPOP que jA? em 2014 ocorreu fora de Lins (SP), cidade onde surgiu, faz com que a ONG participe pouco ou quase nada das decisA�es que interferem na gestA?o dos recursos, especialmente aquelas que tA?m caracterA�sticas da cultura local. No entanto, ao final do evento, a ONG FREPOP fica com o A?nus da prestaA�A?o de contas e das dA�vidas decorrentes das decisA�es coletivas, que neste caso, nA?o sA?o assumidas por quem tomou as decisA�es coletivas.

Naquela assembleia, por vA?rios motivos, nA?o houve condiA�A�es de se fazer um debate aprofundado sobre as implicaA�A�es desta proposta, e aprovou-se um mandato tampA?o para nova diretoria atA� 31 de dezembro de 2014, e uma nova assembleia para o mA?s de novembro deste mesmo ano, que teve como presidente eleito um dos principais fundadores do FREPOP, o educador AntA?nio Folquito Verona.

O debate foi fruto deste contexto, onde os participantes apresentaram suas inquietudes e perspectivas diante do que estava posto e defenderam possibilidades. Concluiu-se que haveriam cinco cenA?rios possA�veis, nos quais todos/as se colocaram de acordo que a partir destes se poderia amplificar as discussA�es no terceiro dia de encontro e definir um caminho.

CenA?rios PossA�veis:

a)A�A�A� Extinguir a ONG, mantendo o FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular sendo organizado por um ComitA? Organizativo, com representaA�A?o das diversas ONGA?s/pessoa jurA�dica, redes e militantes/pessoa fA�sica.

b)A�A� Prorrogar a ONG por mais uma ediA�A?o do FA?rum, para aprofundar as discussA�es sobre a possibilidade de extinA�A?o ou nA?o da ONG FREPOP.

c)A�A�A� NA?o extinguir a ONG, mas sim repensar o modelo desta.

d)A�A� Manter a ONG FREPOP e criar um ComitA? Organizativo, no qual a ONG FREPOP atuaria apenas como mais um ator.

e)A�A�A� Transformar a ONG FREPOP numa Universidade Popular e criar um comitA? organizativo para tocar o FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular.

Terceiro dia atividade da sistematizaA�A?o do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular

Objetivo:

1)A�A�A� Debate sobre a caracterizaA�A?o da ONG FREPOP

2)A�A�A� Realizar a assembleia extraordinA?ria para eleger a nova direA�A?o da ONG FREPOP caso este seja o cenA?rio definido.

Contexto

Retomou-se o processo do dia anterior cujo sentido era transformar o FREPOP num movimento e desvincular sua organizaA�A?o de uma ONG.

O FREPOP hoje conta com algumas ONGs parceiras e muitos educadores e educadoras que, de alguma forma participam dos processos de organizaA�A?o. Neste sentido a constituiA�A?o de um ComitA? de OrganizaA�A?o do FREPOP poderia desenvolver os projetos de captaA�A?o de recursos e, quando aprovados, serem geridos pelas ONGs parceiras. Hoje, entre as ONGs que sA?o parceiras do FREPOP, podemos citar o CAMP que A� uma das OrganizaA�A�es NA?o Governamentais A� frente do FSM no Rio Grande do Sul.

Uma das principais resistA?ncias em encerrar a pessoa jurA�dica do FREPOP estA? no seu CNPJ com mais de 8 anos sem nenhuma pendA?ncia de prestaA�A?o de contas. Alguns avaliam um desperdA�cio de energia conquistada com tanto esforA�o. Para dar conta desta preocupaA�A?o foi proposto transformar o CNPJ da ONG FREPOP numa UNIVERSIDADE POPULAR, que seria imediatamente uma das parceiras do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular. Isto seria feito por assembleia convocada para a alteraA�A?o da natureza da ONG FREPOP no estatuto.

CenA?rios possA�veis

No debate ficaram evidentes alguns cenA?rios que vamos descrever aqui para que se entenda atA� onde foi possA�vel chegar com a construA�A?o coletiva.

a)A�A�A�A� CenA?rio 1. Extinguir a ONG, mantendo o FA?rum de EducaA�A?o Popular (FREPOP) sendo gestado por um ComitA? Organizativo, com representaA�A?o das diversas ONGs (pessoa jurA�dica), redes e militantes (pessoa fA�sica).

b)A�A�A� CenA?rio 2. Eleger uma nova direA�A?o para mais uma ediA�A?o do FREPOP e aprofundar as discussA�es sobre a possibilidade de extinA�A?o ou nA?o da ONG FREPOP.

c)A�A�A�A� CenA?rio 3. NA?o extinguir a ONG FREPOP e repensar seu modelo de organizaA�A?o e existA?ncia.

d)A�A�A� CenA?rio 4. Eleger uma nova direA�A?o para a ONG FREPOP e criar um ComitA? Organizativo do FA?rum de EducaA�A?o Popular (FREPOP), no qual a ONG A�atuaria como parceira.

e)A�A�A�A� CenA?rio 5. Transformar a ONG FREPOP numa Universidade Popular e constituir um ComitA? Organizativo para organizar o FA?rum de EducaA�A?o Popular a�� FREPOP.

terceiro dia

Neste debate ficou claro que:a�?

A) O FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular A� uma extraordinA?ria experiA?ncia pessoal e coletiva que deve ser mantida.

B) Se faz necessA?ria a constituiA�A?o de um ComitA? de OrganizaA�A?o do FREPOP plural e participativo, para envolver o mA?ximo de educadores e educadoras populares no processo de sua construA�A?o.

C) Que a ideia de transformar a ONG FREPOP numa Universidade Popular deve ser debatida com todos/as aqueles/as que se consideram parte do FREPOP, e, portanto, nA?o poderA�amos definir nesta atividade tamanha mudanA�a, mas, temos a obrigaA�A?o de abrir um diA?logo organizado sobre o tema com os participantes do prA?ximo FREPOP.

Foi aprovado na AssemblA�iaA�ExtraordinA?ria:

1. Aprovou-se que a ONG FREPOP deva continuar seus trabalhos por pelo menos mais uma gestA?o, sendo que sua tarefa serA? captar recursos e fazer a gestA?o destes para a realizaA�A?o do XIII FREPOP a�� X Internacional.

2. Que a organizaA�A?o, divulgaA�A?o, articulaA�A?o de parceiros e mobilizaA�A?o do XIII FREPOP a�� X Internacional ficam sob responsabilidade do ComitA? de OrganizaA�A?o, que A� permanente e aberto a quaisquer entidades, redes, pessoas e grupos que queiram dele participar.

3. Que todos/as os presentes na atividade de sistematizaA�A?o compA�em automaticamente o primeiro ComitA? de OrganizaA�A?o do XIII FREPOP a�� X Internacional.

4. Que no ano de 2015, nA?o haverA? a ediA�A?o do FREPOP a�� FA?rum de EducaA�A?o Popular, nacional e internacional. No entanto, haverA? entre janeiro e novembro de 2015, as Cirandas de MobilizaA�A?o e OrganizaA�A?o do XIII FREPOP a�� X Internacional, Rodas de Conversa, CA�rculos de Cultura e outras atividades com o tema gerador: a�?O FREPOP e a construA�A?o da Universidade Popular: Os saberes e suas prA?ticas na construA�A?o do poder popular.a�? As Cirandas e demais atividades promovidas em nome do FREPOP poderA?o discutir outras pautas unificadas, locais ou regionais, mas devem ter atividades orientadas pelo tema gerador.

5. A primeira reuniA?o presencial do ComitA? de OrganizaA�A?o ocorrerA? em GoiA?nia (GO), no Congresso da ABRASCO a�� AssociaA�A?o Brasileira de SaA?de Coletiva, que serA? realizado entre os dias 28 de julho e primeiro de agosto na Universidade Federal de GoiA?s (http://www.saudecoletiva.org.br).

6. Neste sentido, a nova direA�A?o do FREPOP, para a gestA?o entre 1 de janeiro de 2015 e 31 de julho de 2016, foi eleita com a decisA?o do atual presidente AntA?nio Folquito Verona e de atual tesoureiro Marcio Cruz, para que fosse inteiramente renovada uma vez que ambos fizeram parte da direA�A?o do FREPOP em vA?rias gestA�es, desde sua fundaA�A?o.

Nova diretoria do FREPOP 01:15 a 12:17

 

 

 

 

 

Nova diretoria eleita para a gestA?o do FREPOP 2015/2016

Da direita para a esquerda: Lucas, Diego, Cida, Adriano, Yuri, Chenya, Danubio. Na frente, Debora e Luzia. Agachados: KauA? e Davi

JUNTOS

4 comentários sobre “RESULTADO DO ENCONTRO DE SISTEMATIZAA�A?O SOBRE O FREPOP

  1. Olá, gostaria de compor o Fórum e a Rede e ajudá-los a construir a Educação Popular no Brasil, sou professor e pesquisador do município de Luziânia, Goiás.

    Minha monografia foi nessa área e minha atual especialização, pela UnB, é na área de diversidade e cidadania, com ênfase na Educação de Jovens e Adultos Trabalhadores.

    • Caro Lukas, seja bem vindo.
      a construção do FREPOP é um território de militancia política para muitos de nós. Em Goiás quem tem colaborado com o FREPOP é a companheira Ivanilde e o companheiro Andre, ambos ligados a saude e a universidade federal. Cadastre-se no site para receber as informações e engaje-se no Comitê do FREPOP no estado ou monte um comitê em sua cidade. os contatos da Ivanilde: iv_batista@yahoo.com.br, meus e-mail: ptmarciocruz@gmail.com ou meu celular (47) 9176.1299 (vivo) 11) 98199.4454 (TIM). forte abraço, Marcio Cruz

  2. Olá pessoas,

    parabéns pelo importante exercício de sistematização. Essa tarefa nos fortalece na reorganização da luta. Energia na luta e estamos juntos. Saudades de vocês.

    • Rafa,
      a presença d@s educador@s populares da saúde tem gerado uma aprendizagem extraordinária nos processos em que estamos inseridos. A todos/as, temos somente gratidão.

      Marcio Cruz

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